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O que o RH pode fazer para evitar o Burnout no trabalho?

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artigo burnout no trabalho

Descubra as ações que o RH pode fazer para combater o Burnout no trabalho e melhorar a qualidade de vida dos colaboradores.

Certamente você já ouviu falar sobre burnout. Principalmente, sobre burnout no trabalho. De modo geral, esse é um distúrbio caracterizado pela exaustão extrema, estresse e esgotamento físico fora do comum em função de desgaste no trabalho.

Em outras palavras, é como se o cérebro e, em seguida, o corpo inteiro da pessoa ultrapassasse o seu limite e paralisasse.

Dessa forma, podemos dizer que o burnout no trabalho é uma consequência do estresse excessivo.

Leia também: Saúde mental no trabalho: como impactar meus colaboradores?

Por isso, hoje vamos falar sobre o estresse no trabalho, suas causas, como evitar o burnout no trabalho e, é claro, como lidar quando os colaboradores acabam chegando nesse nível de esgotamento. Tudo isso, é claro, sob a perspectiva do RH!

Enfim, boa leitura! 😀

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O que é Burnout no Trabalho?

Você sabia que, segundo a International Stress Management Association (ISMA), o Brasil é o segundo país do mundo com a maior prevalência de estresse no ambiente corporativo? Pelo menos 72% dos brasileiros empregados sofrem em função do estresse — um número tão alarmante que perde apenas para o Japão

Sim, é daí que surge o Burnout!

A Síndrome do Esgotamento Profissional, o burnout, passou a ser considerada doença ocupacional em 2022 — mais especificamente no dia primeiro de janeiro. Recente, né? Mas vamos falar sobre datas daqui a pouco! 🙂

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a síndrome é um “estresse crônico de trabalho que não foi administrado com sucesso“.

Sendo assim, trata-se de um distúrbio mental que acontece após uma pessoa enfrentar situações profissionais desgastantes — seja um acúmulo de responsabilidades, a convivência em um ambiente organizacional tóxico, falta de comunicação, excesso de competitividade, ou todos esses fatores reunidos.

Ou seja: normalmente não é uma situação que dura a vida toda, mas que precisa ser tratada antes que provoque consequências mais severas e permanentes à saúde do indivíduo.

Dessa forma, o burnout está sempre conectado a algum tipo de pressão. Por isso, há profissões mais sucessíveis ao esgotamento — como médicos, jornalistas e policiais. No entanto, qualquer profissional pode chegar ao extremo do esgotamento mental.

Por que em 2022?

Na verdade, foi um pouco antes…

O Burnout foi reconhecido como doença em uma conferência da OMS em 2018. Para isso, a instituição analisou estatísticas e tendências na saúde ao redor do mundo.

Sendo assim, além de o Burnout ter sido reconhecido na lista de doença, entrou em vigor uma nova classificação da OMS: a CID 11 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).

Com isso, outras doenças agora também são tratadas como problemas de saúde — e precisam da atenção das empresas. O estresse pós traumático e o transtorno dos jogos eletrônicos são duas delas!

burnout no trabalho mulher em frente ao notebook

O que muda para o colaborador?

Bom, agora o burnout deve ser tratado como qualquer outra doença (ufa, finalmente!).

Dessa forma, o colaborador diagnosticado com síndrome de burnout tem direito a um período de até 15 dias de licença médica remunerada pelo empregador.

Assim, quando for preciso um afastamento maior a esse período, o funcionário terá direito ao benefício previdenciário pago pelo INSS.

As causas e sintomas do Burnout no trabalho

Embora não seja uma situação que dure a vida inteira, o burnout pode significar um longo (e sofrido) período de tensão e estresse na vida de uma pessoa.

Dessa forma, confira as principais causas do burnout:

  • cobrança excessiva;
  • ambiente de trabalho inadequado;
  • profissional sentindo-se desvalorizado;
  • pouco ou nenhum tempo de descanso;
  • alta competitividade;
  • volume de trabalho inadequado.

Normalmente, quem já está com a síndrome de burnout costuma apresentar sintomas bastante específicos. Confira alguns deles:

  • enxaqueca;
  • cansaço;
  • irritabilidade;
  • confusão mental;
  • problemas de memória;
  • quedas de cabelo;
  • sensação de incapacidade;
  • tonturas;
  • sensação de incapacidade;
  • tonturas;
  • desatenção.

Entenda a diferença entre estresse e burnout

Embora tenham sintomas bastante parecidos, o estresse e o burnout não são a mesma coisa. No entanto, é comum que eles causem alguma confusão nas pessoas.

De modo geral, o estresse “comum”, aquele que já conhecemos, é uma reação natural do corpo humano. Dessa forma, acontece quando passamos por momentos de tensão ou alerta. O estresse provoca algumas alterações físicas e emocionais. No entanto, não é um distúrbio — pelo contrário, é algo super comum.

No entanto, é preciso ficar atento, viu? O estresse com frequência pode gerar exaustão e irritabilidade além do que conseguimos aguentar, o que pode acarretar em problemas de saúde — como a síndrome de burnout.

Nesse sentido, conheça alguns dos sintomas mais comuns do estresse:

  • taquicardia;
  • respiração ofegante;
  • dificuldade de memorização;
  • irritabilidade;
  • excesso de preocupação;
  • dificuldade de concentração.

O estresse e o burnout são realmente bem parecidos, né?

Contudo, eles têm suas particularidades. Começando por: como comentamos inicialmente, um deles é uma doença. O outro, é apenas uma reação natural do nosso organismo.

Sendo assim, podemos dizer que, em um determinado momento, o estresse pode, sim, se transformar em um ponto de atenção para a síndrome de burnout. Então… nossa dica é ficar sempre atento ao comportamento e às demandas de cada um de seus colaboradores. Esse é um cuidado super importante para a saúde mental deles! 🙂

Afinal, e como o RH pode contribuir?

A gente pode te ajudar a lidar com o burnout, sim. No entanto, o melhor a fazer é evitar essa situação. Faz sentido para você?

Nesse sentido, um dos profissionais mais indicados para fazer esse trabalho é o gestor de RH. Afinal, é ele quem lida com o capital humano das organizações — ou seja, as pessoas.

Por isso, separamos 4 dicas de como o RH pode contribuir para evitar o Burnout no ambiente de trabalho.

Já adiantamos que é um investimento constante e trata-se da valorização da saúde mental dos colaboradores, beleza? 🙂

Enfim, confira o que preparamos!

Todo tipo de relação precisa de uma comunicação assertiva, né?

Por isso, manter o diálogo com os colaboradores é essencial para que os relacionamentos dentro da organização sejam saudáveis.

Nesse sentido, para que o colaborador entenda as expectativas dos outros nele (e vice-versa), é necessário que a comunicação interna esteja alinhada. Afinal, lembra que falamos que o burnout está relacionado ao excesso de pressão? Então… quando a comunicação está alinhada entre todas as partes as chances de acontecer uma situação assim são bem menores!

Incentive momentos de descanso

Afinal, pouco ou nenhum descanso é uma das principais causas para o esgotamento no trabalho.

Nesse sentido, procure estabelecer momentos de pausas entre os momentos de trabalho. Às vezes, cinco minutinhos ao ar livre podem fazer toda a diferença para o seu colaborador! 🙂

Além disso, o que você acha de incentivar, por exemplo, a atividade física na sua empresa? Afinal, já é comprovado que exercícios físicos colaboram na produção dos neurotransmissores do bem-estar — a endorfina.

Valorize seus colaboradores

O sentimento de desvalorização é mais um responsável pelo aumento dos casos de burnout nas empresas. Dessa forma, procure valorizar de verdade os seus colaboradores.

Ou seja… valorizar na prática, você entende? Essa é uma questão que precisa fazer parte da cultura da sua empresa — afinal, afeta diretamente a saúde mental dos funcionários.

Dessa forma, além de oferecer planos de carreira e bons benefícios, construa uma cultura de feedback. Assim, nenhum bom trabalho passa sem um elogio. Certamente esse hábito faz com que o seu funcionário se sinta um pouco menos esgotado, né?

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Acolha seus colaboradores

Afinal, um dos principais papéis do RH é reconhecer e lidar com diferentes sintomas em seus colaboradores. Sendo assim, ao reconhecer qualquer sinal de desânimo ou de estresse, jamais deixe o funcionário de lado. Pelo contrário: mostre-se disposto a ajudá-lo.

Enfim, o importante é procurar quebrar barreiras e fazer com que a valorização da saúde mental seja parte da cultura da sua organização. E, se você quiser promover palestras e treinamentos sobre o assunto para as suas lideranças, é só levantar a mão!

Aqui na PSA, a gente tem a missão de te ajudar a encontrar os melhores especialistas do mercado conforme o seu orçamento e a sua necessidade!

Agora, confira outros artigos da PSA que separamos para você! 🙂

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